O setor de captura de carbono está se expandindo rapidamente à medida que buscamos emissões líquidas zero de carbono até 2050. A captura e o sequestro de carbono são uma estratégia crucial para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) a fim de mitigar as mudanças climáticas. Embora o processo de captura de carbono não seja novo, com as plantas atuais em operação já capturando 40 milhões de toneladas métricas de CO2 por ano, a recente priorização de financiamento de projetos, créditos fiscais e legislação de captura de carbono em todo o mundo impulsionou a viabilidade do desenvolvimento de processos de remoção de carbono em larga escala em instalações industriais.
A Lei de Redução da Inflação foi aprovada pelo Senado dos Estados Unidos em agosto de 2022 e concede um crédito fiscal significativo para o setor de captura de carbono - aumentando o subsídio de US$ 50 para US$ 85 por tonelada métrica. De acordo com a IEA, existem 35 instalações comerciais que aplicam CCUS a processos industriais atualmente, mas com o recente impulso, há planos para que mais de 200 novas instalações de captura de carbono estejam em operação até 2030.
Em 2021, 102 instalações de CCS estavam em estágios avançados e iniciais de desenvolvimento. Combinadas com as instalações já em construção ou em operação, essas instalações poderiam capturar até 149,3 milhões de toneladas métricas de CO2 por ano. (Fonte: RFF)